Eram para aí umas duas da manha e eu na cama estava, olhando para tudo à minha volta. No escuro dei tiros sem destino, no escuro apontei a arma para mim. No entanto pensava
22-5-2007
Mara Sousa
A caneta que escreve as páginas da vida engana-se frequentemente
Eram para aí umas duas da manha e eu na cama estava, olhando para tudo à minha volta. No escuro dei tiros sem destino, no escuro apontei a arma para mim. No entanto pensava
22-5-2007
Mara Sousa
Acabo de deitar-me como o dever manda. Reflectir ou não sobre qualquer aspecto não se torna possível pois, neste momento encontro-me como um pássaro que tão pouco consegue voar com um terrível vento, numa estrondosa tempestade. Ou até mesmo, poderei encontrar-me como um pássaro, pensando que se trata de um simples humano dando asas à sua incapacitada reflexão proveniente de uma mera ilusão…
1-5-2007
Mara Sousa