quarta-feira, 2 de maio de 2007

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Confio os meus sentimentos aos meus olhos, ao mar. Não os confio a ninguém, nem a mim, nem ao meu próprio coração que tão pouco se apercebe dos acontecimentos à sua volta, tão pouco se apercebe dos outros. Do meu próprio eu! Supostamente confiarei, novamente. Supostamente desiludir-me-ei, novamente.

2-5-2007

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